Sócio não é sócio para sempre. Herdeiro não vira sócio automaticamente.

Quando um sócio falta, sem planejamento, o negócio para. Com um acordo de sócios bem estruturado e financiado, a empresa segue em frente, e ninguém precisa negociar em um momento de fragilidade.

O ponto cego de quem tem sócio

A maioria das sociedades nunca conversa sobre o que acontece se um dos sócios falecer, ficar incapacitado ou simplesmente quiser sair. Sem um plano, o caminho natural é o pior: herdeiros que não conhecem o negócio entrando na sociedade, sócios remanescentes sem caixa para comprar a parte do falecido, e uma empresa saudável entrando em conflito justamente no momento em que menos pode.

A proteção na prática

01
Acordo de sócios financiado

Um seguro de vida cruzado entre os sócios garante o dinheiro necessário para a compra da participação do sócio que faltar, sem precisar tirar caixa da empresa.

02
Continuidade do negócio

Os sócios remanescentes seguem no controle, sem depender da boa vontade ou da paciência dos herdeiros.

03
Proteção para a família do sócio

Os herdeiros recebem o valor justo da participação em dinheiro, de forma rápida, sem precisar assumir a gestão de um negócio que não conhecem.

04
Estrutura jurídica e financeira integrada

O planejamento é feito em conjunto com o contrato social e o acordo de sócios, para que todas as partes estejam alinhadas.

Quem se beneficia deste pilar

Sócios de empresas com dois ou mais donos
Empresas familiares em processo de profissionalização
Negócios em que a saída ou perda de um sócio comprometeria a operação
Empresários que já têm ou estão estruturando um acordo de sócios

Entenda como funciona um acordo de sócios financiado e o que aconteceria com a sua empresa hoje, se um sócio faltasse amanhã.